Documentação de software: o mínimo que impede você de ficar refém
Documentação completa ninguém entrega e quase ninguém lê. O que importa é um conjunto pequeno de coisas que, se existirem, permitem outra pessoa continuar o trabalho.
Conteúdo técnico sobre SAP, sustentação, automação e desenvolvimento. Escrito por quem está em projeto — sem texto genérico de agência.
Body shop e outsourcing custam quase a mesma coisa e parecem a mesma coisa na proposta. A diferença só aparece quando o consultor sai, quando ele falta, ou quando o projeto acaba e você percebe o que ficou.
Documentação completa ninguém entrega e quase ninguém lê. O que importa é um conjunto pequeno de coisas que, se existirem, permitem outra pessoa continuar o trabalho.
A escolha do caminho de integração com o SAP é tomada em uma reunião e sustentada por anos. Os cinco caminhos resolvem problemas diferentes, e o mais rápido de construir raramente é o mais barato de manter.
Quase todo projeto atrasado tem a mesma autópsia: o prazo não foi perdido de uma vez, foi perdido em pedaços pequenos que ninguém somou enquanto aconteciam.
O valor-hora de um consultor SAP varia mais por módulo do que por senioridade. E a proposta mais barata costuma ser a que define menos — o que aparece depois, na forma de retrabalho.
Go Live não falha por causa do que estava no plano. Falha pelo que todo mundo achou que outra pessoa estava cuidando — e quase sempre são os mesmos seis itens.
Três propostas de AMS com preços muito diferentes raramente estão cobrando pela mesma coisa. A diferença quase nunca está no valor da hora — está no que cada uma considera fora do escopo.
RPA é rápido de entregar e frágil de manter. API é o contrário. A decisão entre os dois quase nunca é técnica — é sobre quem controla o sistema do outro lado e por quanto tempo aquilo precisa funcionar.
Fiori é melhor que a SAP GUI em tudo que é ocasional e pior em tudo que é repetitivo de alto volume. Quem ignora essa divisão gasta com interface nova e ouve que o sistema ficou mais lento.
A escolha entre nuvem e on-premise no S/4HANA não é sobre onde o servidor fica. É sobre quanto do ERP você vai poder mudar, e quem assume o trabalho de manter isso funcionando nos próximos dez anos.
Nosso time avalia o seu cenário e diz o que faria — mesmo que a resposta seja que você não precisa contratar ninguém.