Documentação viva
Desenhos de processo, matriz de perfis, especificações funcionais e técnicas de tudo que foi desenvolvido. Entregue em formato editável, não em PDF morto.
Conduzimos projetos SAP do blueprint ao go-live usando SAP Activate. Você sabe desde a proposta qual abordagem faz sentido para o seu caso — Greenfield, Brownfield ou transição seletiva — e quanto cada uma custa em tempo e dinheiro.
A SAP encerra a manutenção mainstream do Business Suite 7 — o que inclui o ECC 6.0 — em 31 de dezembro de 2027. Há uma janela de manutenção estendida paga até 2030, mas ela custa mais caro e não resolve o problema de fundo: seu ERP fica congelado enquanto o mercado se move.
Na prática, isso significa que empresas que ainda rodam ECC precisam decidir a rota de migração agora. Um projeto S/4HANA de porte médio leva de 9 a 18 meses. Quem deixar a decisão para 2027 vai contratar consultoria no pico da demanda, pelo preço do pico da demanda.
Nosso trabalho começa antes do projeto: rodamos um assessment que mostra o tamanho real do seu passivo técnico — customizações, add-ons incompatíveis, qualidade dos dados mestres — e traduz isso em três cenários de migração com prazo e custo.
As três rotas levam ao S/4HANA. O que muda é o que você carrega junto — e quanto isso custa em tempo, risco e dinheiro.
| Greenfield | Brownfield | Selective Data Transition | |
|---|---|---|---|
| O que é | Implementação nova, processos redesenhados do zero | Conversão técnica do sistema atual, mantendo customizações e histórico | Migração seletiva: leva só as empresas, processos ou anos de dados que interessam |
| Indicado quando | Os processos atuais são o gargalo, ou não existe SAP hoje | Os processos funcionam e o objetivo é modernizar a plataforma | Há muita coisa boa e muita coisa ruim para carregar junto |
| Prazo típico | 12 a 24 meses | 8 a 14 meses | 10 a 18 meses |
| Risco principal | Resistência à mudança e reescrita de processos | Herdar customização e dado ruim que ninguém quis limpar | Complexidade da regra de recorte dos dados |
| Impacto na operação | Alto: praticamente tudo muda para o usuário final | Baixo a médio: a tela muda, o processo em geral não | Médio: varia por área conforme o recorte |
Seguimos SAP Activate. Cada fase termina com entregável revisado e aceite formal — você nunca fica sem saber em que ponto o projeto está.
Levantamos o inventário de customizações, add-ons e integrações, rodamos o SAP Readiness Check e medimos a qualidade dos dados mestres. Saída: relatório com as três rotas possíveis, prazo e faixa de investimento.
Montagem do time, governança, ambientes e plano de projeto. Definimos quem decide o quê e em quanto tempo — a maior causa de atraso em projeto SAP é decisão parada esperando aprovação.
Workshops por processo comparando sua operação ao padrão S/4HANA. Toda lacuna vira um item de backlog com decisão explícita: adere ao padrão, configura ou desenvolve. Customização só entra com justificativa de negócio.
Configuração, desenvolvimento ABAP/Fiori, migração de dados e ciclos de teste integrado. Rodamos no mínimo dois ciclos completos de teste e um teste de aceitação com usuários-chave.
Ensaio de cutover cronometrado, plano de rollback documentado e janela de virada definida com a operação. Ninguém vira sistema no escuro.
Hypercare com o mesmo time do projeto, e depois transição estruturada para sustentação — nossa ou do seu time interno, com documentação entregue.
Projeto SAP que termina só com o sistema funcionando deixa dívida para trás.
Desenhos de processo, matriz de perfis, especificações funcionais e técnicas de tudo que foi desenvolvido. Entregue em formato editável, não em PDF morto.
Key users capacitados durante o projeto, não em um treinamento corrido na semana do go-live. Quem opera precisa entender antes de virar.
Matriz de SoD desenhada junto com os perfis, evitando o retrabalho clássico de descobrir conflito de acesso na primeira auditoria.
Medimos uso real por transação depois do go-live. Sistema implantado que ninguém usa é projeto que falhou, mesmo que tenha entrado no prazo.
O investimento varia principalmente com o número de módulos, a quantidade de usuários, o volume de customizações a migrar e a rota escolhida. Um Brownfield de escopo controlado custa bem menos que um Greenfield multi-país. Por isso nossa proposta sempre vem depois do assessment: orçar SAP sem conhecer o legado é chutar. O assessment em si é rápido e dá números defensáveis para o seu board.
Brownfield de escopo único costuma ficar entre 8 e 14 meses. Greenfield de médio porte, entre 12 e 24 meses. Roll-out para uma filial adicional, com template já pronto, pode sair em 3 a 5 meses. O fator que mais mexe nesses números não é técnico: é a velocidade com que o cliente toma decisão nos workshops de fit-to-standard.
Não obrigatoriamente. O S/4HANA roda on-premise, em nuvem privada (incluindo RISE with SAP) e em nuvem pública. A escolha depende do seu apetite por customização, das exigências regulatórias do seu setor e do modelo de custo que a empresa prefere. Avaliamos isso no assessment, sem viés de fornecedor de infraestrutura.
Passam por triagem. Na média dos projetos, uma parte relevante das customizações de um ECC antigo ou não é mais usada, ou virou funcionalidade padrão no S/4HANA. O inventário do assessment classifica cada objeto em manter, adaptar, substituir pelo padrão ou descartar — e isso costuma reduzir o esforço de migração de forma significativa.
Sim, e não é raro. Nesses casos fazemos primeiro uma avaliação independente do estado real do projeto: o que está pronto de verdade, o que está pronto no papel e o que precisa ser refeito. Só depois discutimos plano de recuperação e prazo.
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